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A OUTRA MENSAGEM

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Mensagem por Filipe Martins em Sab Maio 05, 2012 6:30 pm

Quem procura levantar a voz, e tambèm o que grita da fazer-se sentir, o meu povo se lamenta e deseja justiça. E como vamos sair da crise? Porque entretanto, esperàvamos ansiosamente pela mensagem do Presidente, aqui pròprio nesta sala, onde observava os tantos pensadores, com cada um que pensava à sua maneira, e sujeito aos seus recursos.

Podiamos constatar que o momento è difìcil, um periodo magro e em comum, todos sabiamos que Portugal se tornou um dos paises mais pobres da Europa. Alguns tantos de pè davam atè sinais de nervosismo, irrequietos, preocupados com o futuro. Como se tivessem apanhado um vìrus, com tanto de medo, como se a Morte olha-se cada um deles e os observa-se. E tremiam. Que esperança? Outros, uns poucos que se podiam contar com os dedos da mao, nao queriam aceitar nòs os Lusitanos, hoje sermos os mais pobres na Europa. Podia sentir ai tanta força e coragem. Podiamos atè nao ser os melhores, mas seguramente os mais fortes, e nos olhàvamos entre nòs para procurar descobrir a història de cada um.

Em um momento assim, os nossos antepassados estavam presentes, olhando cada um de todos nòs, e nao esperavam outra coisa que poder cooperar conosco. Um facto è que voltava de novo a distrair-me e me vinha de pensar que o teòrico fala sempre tanto. Sobretudo lhe faltam os resultados, è um que nao consegue centrar os objectivos. Move-se desordenadamente e sem ordem, nunca pensa tres vezes antes de dizer alguma coisa. Esquece sempre ter duas orelhas e apenas uma boca. Sempre se justifica dos resultados que nao faz. A culpa està quase sempre nos outros que deviam ser melhores. Pois, cada um alimenta a sua sensibilidade.

O pràtico è um que procura nao perder tempo. Que nao se poupa a esforços, um que acredita em si e investe. Que deseja e quer a vitòria, e nao exita a lutar. Que serve um parecer ser elegante e distinto e o nao ser de facto! Via entao o curso dos primeiros pioneiros pelegrinos que desejavam a liberdade,e que procuravam uma nova Terra e de um Novo Mundo. Tantos exemplos do que è ter visao do futuro, que nao pode haver vitòrias sem sacrificios. Uns duros. Sabiam que o resultado deviam realizà-lo e construi-lo, que tanto deles dependia. Compreendi a vitòria.

Chamava a minha atençao o comunicarem na sala a indisposiçao do Presidente. O estar constipado, a febre alta, atè podia compreender, possas mas em um momento assim. E tambèm nao podiamos contar com o primeiro ministro por nao estar pronto. Entao alguèm lembrava poder ler uma das mensagens dos ùltimos anos, que podiam servir e estar actualizadas. Outros perguntavam se estive-se presente algum economista, oportuno a falar de balanços e dividas, juros e interesses. Ou algum engenheiro, com ou sem diploma, capaz de dizer alguma coisa. Tambèm podia estar bem um doutor para nos resolver tantos problemas e nos poder curar de tantos males. Momentos de confusao e panico, de reflexao e meditaçao... eu da minha parte, encontrava dificuldade em poder conter as minhas forças. Porra tenho o Espìrito, estou Vivo, se disse-se que nao seria um mentiroso. E ter o Espìrito è bem mais que ser apenas um Lusitano!

Algum supreendeu-me começando por desejar bom ano novo. Tantas felicidades, muita fortuna e sorte. Tantas coisas boas, beijos e abraços. Mas isto sao desejos e vontades, nao propòsitos. Sim Portugal, para nòs è a Terra prometida, onde corre tanto leite e mel, mas nao somos todos pobres parvos e ignorantes. Entao começei a desejar como em pouco tempo poder tocar o coraçao do meu povo, como poder abraçar todos os Portugueses, nao sò do continente e ilhas, mas de todos aqueles espalhados no mundo, que sao tantos os que nao vao poder voltar. O poder dar-lhes honra e coragem, fazer-lhes sentir o orgulho de serem Portugueses.

Quando procuro a ideia do melhor Portugues na Història, vejo na minha mente um que sem as maos, està caindo por terra segurando a bandeira com os dentes, e que olha para mim como perguntando se eu aprendi alguma coisa?! Era òptima esta inspiraçao. Nao um todo perfumado, vestido com belas roupas, vaidoso, ou um que està là na AR, mas de um que acabou por morrer, sem ter construido a sua familia e encontrado a felicidade, que pode ter sido atè um incompreendido. Porra, e se fosse eu o ùltimo dos Lusitanos? Isto me inspirava ainda mais. Preciso de dar esperança a todo aquele povo. Entao fecho os olhos e quando penso aos nossos antepassados, posso sentir quantos se sacrificaram por mim tambèm. Portugal me pertence porque o amo! E se tivesse chegado o meu momento e a Morte pude-se encontrar-me distraido? Sim, nao posso deixar de dizer alguma coisa! Começo por dizer sermos nòs a esperança dos nossos filhos. Que cada um deve viver pensando de ser o ùltimo dos Lusitanos, que nao vai haver mais.

Cavaco Silva tem a sua consciencia e o seu valor. A sua cultura e os seus conhecimentos de economia. Construiu a sua familia e quando se chega a ser avò, um è jà capaz de amar os filhos dos seus filhos. Porque todos fazem assim. Deve ser estupendo e extraordinàrio, um chegar a sentir-se avò. O primeiro ministro tem tambèm os seus interesses, o seu valor e ambos, teem as suas sensibilidades. Mas nao podem ser eles a fazer o resultado. Estamos a viver as nossas vidas e cada um de nòs à segunda feira encontra a sua realidade, tudo aquilo que conseguiu construir e o que està a viver. A este ponto nos confrontamos com o desejarmos encontrar a felicidade, e de procurar ser felizes, com todas as nossas misèrias. A riqueza primeiro se constròi dentro de nòs, entao se pode multiplicar. Isto è uma vitòria interior. Somos ricos quando temos tanto para dar! Podemos procurar viver sim com mais qualidade, nao sò com mais carne, mas tambèm com mais espirito. Isto è o equilibrio e a Perfeiçao.

Ou que bruto fim acabarmos por perder a nossa identidade, de uma derrota e uma vergonha naquele pedaço de terra, nao encontrar a Paz e a serenidade. E nao chegarmos ao ponto de nos desejarmos um pouco de bem. Hà coisas que nos pertencem e sao nossas, se nao formos nòs quem o vai fazer? Vamos esperar por um suiço, por um alemao ou de um japones?. Para que algum possa resolver os nossos problemas?. Mas que sabem os nossos antepassados do computador, do telemòvel, da internet, que hoje nos faz estar perto. Que teem eles a ver com o nosso pessimismo, com todas as nossas derrotas interiores. Com os fogos, e com os tantos problemas sociais, com a desigual distribuiçao da riqueza. Nao pode haver direitos sem responsabilidade, nem responsabilidade sem deveres. Ou o de nos lamentarmos dos nossos porta-moedas o estarem sempre magros. Dos estudantes que sem motivaçoes e ideais de o nao quererem estudar. Isto è tambèm o Futuro. Dos professores, que nao se sentem gratificados, reconhecidos e amados. Com a classe politica vaidosa que criàmos, mais preocupados de parecer do que ser e na qual, o povo nao acredita. Eles, viveram as suas vidas e eu nao posso sentir vergonha dos meus avòs e dos meus antepassados.

O caràcter, a honra, a dignidade, a honestidade, sao valores que nao se podem comprar com o dinheiro. Nao è possivel um Portugal melhor sem a minha participaçao! E da tua tambèm! Hà os momentos de tomar decisoes e de ganhar responsabilidade. Chegou o tempo de lutar, de escolher entre a Morte e a Vida. De escolher a estrada mais fàcil e curta, (os modelos fàceis) ou a mais dificil, talvez menos lògica mas com a visao do futuro. Sem enfrentar as dificuldades, como vamos poder vencer? Importamos mais do que aquilo que exportamos, lògico a economia nao vai. Estamos a gastar mais das nossas possibilidades, depois os divòrcios e as separaçoes, os filhos abandonados, multiplicam-se os tantos problemas e nao existe o Amor. Sao sempre mais as dividas, e um complicar de situaçoes. Isto è uma visao material.

De qualquer modo quem nao desejar lutar, basta esperar, que quase sempre a Morte nos encontra distraidos. Nao precisamos fazer nada, naturalmente chega sempre, è ali, que nos espreita. Mas como podemos acabar por morrer, e de nos rendermos, sem lutar?. Nao pode existir futuro nem força, sem unidade. Sao mais as coisas que nos unem que aquelas que nos dividem e è ali sobre aquelas que devemos encontrar a unidade e a estrategia. Mas e como podemos cada um continuar a ir, na sua direcçao no individualismo? Precisamos de ser e estar juntos, de abater os muros que nos separam, construir pontes, reforçar os laços entre nòs, unir os nossos esforços e energias para ser fortes, e aceitar todos os desafios que nos esperam. Tambèm sou Portugues e juntos herdàmos, compartilhamos a mesma Història. Determinei-me a querer lutar pela vitòria. Nao podemos combater a pobreza e o desemprego, sem a vontade e a determinaçao de o fazer. Em qualquer vila do interior, qualquer aldeia de montanha, qualquer pequena ou grande cidade, devemos pensar fazer parte do mesmo povo. Nao podemos fazer finta de sermos uns estranhos. E Portugal è nosso, nao dos politicos que là parecem estar a representar-nos. E vai continuar a ser dos nossos filhos.

Agora nao posso ficar à espera, se cada um de vòs se sente ou nao de lutar. Tenho quatro filhos pequenos e nao posso tirar-me para tràs. Nao vamos poder ficar à espera dos emigrantes porque eles nao vao voltar. Devem lutar pelos paises onde estao a viver. De ajudar os seus filhos e netos a crescerem, encontrar a felicidade que tanto desejam. Integrar-se bem onde estao, encontrarem e manter tanta força, e a paz interior. No meu coraçao desejarei ter sempre espaço para cada um deles. Quem està habituado a lutar està sempre pronto!

O Paraiso nunca vai poder ser um lugar onde tu bates à porta, tocas na campainha, e podes entrar. Mas o lugar onde tu estàs a viver a tua Vida. E onde poderes sentir e ver todos os profumes e cores. A nossa vida nao vai mudar de um momento para o outro, precisamos de ser constantes e determinados, mas chegam os resultados no tempo. Ainda que fosse o menos qualificado de todos vòs sem diploma e o nao saber fazer contas, aprendi a lutar e tenho um sonho para realizar. Isto è o Espìrito, quando apenas podes contar com as tuas forças e acreditas que podes vencer, e quando tu nao te rendes. Esta è a minha motivaçao de em agosto 2012 estar là a viver com a Letizia e a minha familia. Sabemos que vamos encontrar tantas dificuldades, mas è là que os meus filhos vao viver. Vale de lutar. Ficarei feliz se um dia os meus filhos sentirem, quanto desejei um Portugal melhor, de quanto os amei.

Dentro de mim acredito de um Paìs onde todos juntos um dia vamos poder ser felizes. E onde nos vamos respeitar e o de compreendermos que precisamos uns dos outros. De em comum, nao sò a mesma lingua e bandeira, a mesma història, mas o de sobretudo que Portugal e os Portugueses teem o mesmo destino. O sermos capazes de nos desejarmos e de nos querermos bem. E entao aì seremos um grande povo!!! Acredito que um dia encontraremos a Verdadeira Liberdade, e aquele dia està perto. Depende tanto da nossa vontade. Vale lutar pela Vida e o querer e desejar a vitòria.

Quem sò procura os seus beneficios e interesses, procura sempre receber, hà coisas que nunca vai poder compreender. Sò o dar traz prosperidade e progresso! Existe um Portugal , que està dentro de nòs, que precisamos tirà-lo fora, que precisamos de o construir e viver. Sempre que olho os meus filhos, encontro a melhor parte do que hà em mim. E nao quero que algum deles venha a ter de resolver os meus problemas. Eu, quero a vitòria!

Là vou querer respirar, porque a Vida è maravilhosa!!! Nao a Morte que sempre engana e que mostra uma outra estrada, aquela porta larga, onde tu nao sabes para onde vais.

Filipe Martins
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Mensagem por MClara em Sab Maio 05, 2012 11:20 pm

gostei, muito interessante ler
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MClara
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Sexo : Feminino Idade : 53
Emprego/lazer : Varios
Pontos : 3716
Data de inscrição : 16/03/2010

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